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Protestos de rua voltam a se tornar violentos, nos EUA


Os protestos de rua voltaram a se acirrar, nos EUA, por queixas contra brutalidade policial. E impõem, aos estados, um problema. As ruas estavam pacificadas até o presidente Donald Trump enviar tropas federais para Portland, no Oregon, alegando que as autoridades locais — da oposição — não estavam garantindo a ordem. A chegada de blindados e forças de segurança uniformizadas militarmente despertou novas manifestações em todo o país. No domingo à noite, a situação estava sob difícil controle em Seattle, estado de Washington, Oakland e Los Angeles, na Califórnia. Trump, que vem sendo pesadamente questionado por sua política durante a pandemia, tenta construir uma campanha eleitoral baseada em segurança pública. Na propaganda de TV em estados mais disputados, apresenta um cenário distópico onde não há mais lei no caso de uma presidência democrata. Seu adversário, o ex-vice-presidente Joe Biden, vem argumentando que a postura belicista de Trump está inflamando o país e o dividindo. (New York Times)

Hoje faltam 99 dias para que os americanos apareçam perante as urnas para definir o próximo presidente. Durante a campanha de 2016, Hillary Clinton manteve uma média de 3 pontos percentuais à frente de Donald Trump. (Ela de fato venceu o voto popular, mas perdeu no Colégio Eleitoral.) O democrata Joe Biden tem mantido uma vantagem de entre 8 e 15 pontos, dependendo da pesquisa. A esta altura do campeonato, quando disputavam a reeleição, Ronald Reagan e Bill Clinton tinham distâncias confortáveis do adversário. George W. Bush e Barack Obama mantiveram distâncias pequenas, mas continuadas à frente. Jimmy Carter e George Bush, o pai, estavam atrás e perderam. (NBC)

Esta não é a única preocupação dos republicanos. Seu quadro é pior: os democratas têm maioria na Câmara e, eles, no Senado. Mas é uma maioria de três votos. E, de acordo com as pesquisas estado a estado, há cadeiras o suficiente em disputa voto a voto para que o partido de Biden chegue a 60 senadores do total de 100. É difícil. Mas com uma maioria deste tamanho, podem atropelar os republicanos em todos os votos que desejarem. (Five Thirty Eight)

Fonte: Meio

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