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Família Bolsonaro era investigada pela PF do Rio


Um dos principais argumentos do presidente Jair Bolsonaro, ao defender que não tinha motivos pessoais para interferir na Polícia Federal do Rio, era de que sua família não estava sendo investigada. Segundo o depoimento do ex-superintendente da PF no estado, Carlos Henrique Oliveira, a informação é falsa. O senador Flávio Bolsonaro foi investigado até 1º de março por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. A PF não pediu quebras de sigilo do senador e encaminhou a inquérito para arquivamento. O Ministério Público ainda precisa dizer se concorda. E o atual superintendente no Amazonas, Alexandre Saraiva, confirmou ter recebido uma ligação do diretor da Abin, Alexandre Ramagem, o convidando para assumir a posição no Rio. O delegado aceitou o convite mas pediu que viesse através do diretor-geral da PF. A Abin não faz parte da Polícia Federal, mas Ramagem era o candidato do presidente para dirigi-la. A afirmação de Saraiva confirma que houve interferência de Bolsonaro para tentar indicar alguém mais próximo para o cargo. (Globo)

O prazo é de até o fim do dia de hoje para que a Advocacia-Geral da União e a Procuradoria-Geral da República se manifestem sobre a divulgação total ou parcial do vídeo com a reunião ministerial do dia 22 de abril. É considerada prova essencial pela defesa do ministro Sérgio Moro, que acusa o presidente de intervir com interesses pessoais na PF do Rio. (Poder 360)

Fonte: Meio

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