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Mais de um milhão têm novo coronavírus


O mapa da Universidade Johns Hopkins, uma das mais respeitadas instituições de saúde do mundo, mostrou que 1.002.159 pessoas já foram infectadas pelo novo coronavírus. Passou de um milhão. As vítimas estão divididas em 181 países ou regiões, segundo atualização feita às 16h de ontem. Ainda segundo o levantamento, o número de mortes pela Covid-19 ultrapassou a marca de 50 mil. A nota positiva é que mais de 200 mil pessoas já estão curadas. O número da universidade é maior do que os aferidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que confirma até o momento 896 mil casos confirmados em 205 países. (CNN)

O número de mortos por dia de covid-19 já é maior do que a média diária de mortos de tuberculose, a doença infecciosa mais letal do mundo. (BBC)

No Brasil, o balanço mais recente do Ministério da Saúde apontou 299 mortes; eram 241 na quarta, e 7.910 casos confirmados, eram 6.836 24h antes. A letalidade é de 3,8%. O novo balanço mantém o estado de São Paulo no topo da lista dos mais afetados pelo novo coronavírus: 3.506 casos confirmados e 188 mortes. (G1)

Pois é... um juiz federal de Brasília determinou ontem à União, em caráter liminar, que exclua as atividades religiosas do rol de serviços considerados "essenciais" durante a pandemia. (BBC)

Nos EUA, um novo recorde de mortes em um dia: 1169 nas últimas 24h. A contagem reflete cifras reportadas pela universidade Johns Hopkins, entre as 20h30 de quarta-feira (21h30 de Brasília) e o mesmo horário de ontem, elevando a 5.926 os mortos pelo novo coronavírus desde o início da pandemia.(G1)

E um novo recorde na Espanha. Foram 932 mortes nas últimas 24h levando o país a 10.935 vítimas da covid-19. Os espanhóis representam 19,6% das vítimas fatais — cerca de uma em cada cinco mortes. Já a Itália registrou 760 mortes e 4.668 novos casos em 24 horas. O país já tem mais de 13 mil mortes por coronavírus e 115 mil infecções confirmadas e deve prorrogar confinamento até dia 2 de maio.

No Japão, o número de novos casos em um único dia bateu recorde, mas país ainda tem menos da metade de mortes por covid-19 registradas na cidade de São Paulo. Até o momento, não há uma explicação científica para a resiliência nipônica ao coronavírus. A obsessão nipônica com a higiene, segundo analistas, pode estar fazendo a diferença neste momento. Não se vê lixo amontoado nas ruas e os banheiros públicos, em geral, se mantêm limpos. E os japoneses cultivam um hábito milenar que ajuda a manter a sujeira longe do ambiente doméstico: tiram os sapatos quando entram em casa. (Exame)

No Peru, começa hoje o rodízio entre homens e mulheres nas ruas. Na segunda, quarta e sexta-feira, os homens sairão para comprar comida, remédios e ir aos bancos; na terça, quinta e sábado, as mulheres. Ninguém sai aos domingos. A restrição irá até 12 de abril. (Uol)

No Equador, o sistema de saúde e funerário entrou em colapso. O país teve, nos últimos dias, dificuldades para coletar os cadáveres das vítimas, e algumas famílias relataram que ficaram com o corpo dos parentes em casa por vários dias. Moradores de Guayaquil, a maior cidade do Equador, dizem que, por causa de rigorosas medidas de quarentena destinadas a impedir a propagação da doença, incluindo um toque de recolher, não têm como enterrar seus parentes de forma prática e digna. (CNN)

As imagens dos corpos deixados na rua são fortes. É o segundo maior número de mortes da América Latina, mesmo tendo apenas a oitava população do continente.

E as lágrimas de um repórter ao vivo na TV durante a cobertura no país. (Twitter)

Fonte: Meio

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