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Congresso vota hoje veto que levou a briga com Bolsonaro


Na Câmara dos Deputados, a maioria defende derrubar o veto do presidente Jair Bolsonaro ao Orçamento impositivo. Se derrubado, o Congresso poderá determinar ao Executivo como gastar até R$ 30 bilhões. No Senado, a maioria não é tão firme — e é com os senadores que o Planalto conversa sobre a possibiliade de manter o veto presidencial como está. A negociação já demostra resultados. Renan Calheiros e José Serra, ambos senadores de oposição, já se manifestaram favoráveis ao pleito de Bolsonaro. Em troca, o Senado quer aprovar uma nova política de salário mínimo, coisa que o ministro da Economia Paulo Guedes prefere evitar. O veto deverá ser votado hoje. (Estadão)

Nada é tão simples. O ministro palaciano Luiz Eduardo Ramos passou o dia em negociação com os parlamentares. A interlocutores de Bolsonaro, o presidente da Câmara Rodrigo Maia tem repetido que manterá o acordo que dá ao governo R$ 11 dos R$ 30 bilhões que os parlamentares reservaram para si. Mas, por enquanto, nada é certo na negociação. É por conta deste impasse que as manifestações de 15 de março, contra o Congresso, vem sendo insufladas por governistas. (G1)

Ontem à noite, em reunião na casa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, deputados, senadores e representantes do governo começaram a estudar a possibilidade de um terceiro acordo: R$ 10 bilhões seriam distribuídos pela Câmara, R$ 5 bilhões pelo Senado. O restante ficaria com o Executivo. O temor do governo de que um acordo com o Senado que exclua a Câmara dê certo é que os deputados, depois, apareçam com uma retaliação. (Folha)

Aliás... O líder do PSL na Câmara não estava sequer presente quando o acordo original para aprovar o Orçamento impositivo foi feito, lembra Bela Megale. Trata-se do deputado Eduardo Bolsonaro. (Globo)

Fonte: Meio

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