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Acaba motim PM no CE mas tensão com Planalto continua


Os policiais militares do Ceará devem voltar às ruas a partir desta manhã. Na terça-feira, a Assembleia Legislativa vota um projeto que reestrutura o plano de carreira dos policiais e inclui um aumento do salário de soldado PM, que vai de R$ 3,4 mil para R$ 4,5 mil, escalonado até 2022. Um dos pedidos dos amotinados era anistia a todos — isto, o governador Camilo Santana não concedeu. Receberam, porém, algumas garantias. A de que ninguém será transferido para o interior por 60 dias e de que todos terão direito a um processo legal na avaliação de suas condutas. Foi uma negociação tensa, principalmente por conta do aparente apoio do governo federal ao levante. (G1)

O presidente Jair Bolsonaro havia estendido para até sexta as ações das Forças Armadas no estado. O prazo da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) terminou no dia 28 e o presidente estava ameaçando não prorrogar. Queria usar o medo para pressionar o Congresso na aprovação do excludente de ilicitude. O projeto isenta punição de militares que venham a matar alguém durante operações, o que agradaria os grevistas. Mas a pressão não deu certo. Os governadores do Maranhão, Rio, Bahia e Piauí disseram que enviariam PMs ao Ceará caso Bolsonaro não renovasse o GLO. (Folha)

Então... Ao negar apoio perante as ameaças contra a ordem pública em uma unidade federada, Bolsonaro viola um dos princípios constitucionais que tem a obrigação de defender. De acordo com Mônica Bergamo, os governadores consideram a ação passível de impeachment. (Folha)

Fonte: Meio

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