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Funcionário de agência contratada por políticos mente em CPMI


Hans River, ex-funcionário de uma agência que faz disparos em massa por WhatsApp, depôs ontem perante a CPMI das Fake News no Congresso — e surpreendeu. Ele havia sido convocado pelo deputado petista Rui Falcão, por conta de ter falado à jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha, a respeito das práticas desta indústria durante as eleições. River negou tudo o que havia dito e acusou a repórter. “Quando deixei claro que não fazia parte do meu interesse, a pessoa querer um determinado tipo de matéria a troco de sexo, que não era a minha intenção.” A deixa foi usada pelo deputado Eduardo Bolsonaro. “Eu não duvido que a jornalista possa ter se insinuado sexualmente em troca de informações.” Hans River afirmou, ainda, que nunca prestou serviços à campanha de Jair Bolsonaro — mas o fez para o PT. (Folha)

Em resposta, o jornal Folha de S. Paulo publicou a gravação da conversa entre a jornalista e River, além das trocas de mensagens entre ambos via WhatsApp. No material publicado, fica claro que ele repassou documentos, a chamou para um show — convite que foi ignorado —, e que, após fazer um acordo trabalhista com a agência Yucows, tentou retirar tudo o que havia dito. Hans River será processado. Mentira, perante uma CPMI, é crime. (Folha)

As redes bolsonaristas do Twitter saíram imediatamente em ataque organizado, como de praxe. Mas, segundo estudo da consultoria Bites, a capacidade de mobilização está diminuindo. No quarto trimestre de 2019, o presidente teve 132,5 milhões de interações nas redes. O volume representa uma queda de 31% em relação ao trimestre anterior e 38% menos do que nos primeiros três meses de governo. (InfoMoney)

Fonte: Meio

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