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EUA indicam Brasil como próximo a entrar na OCDE


A mudança de governo na Argentina terminou por beneficiar o Brasil em seu pleito para se juntar à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, OCDE. O presidente americano Donald Trump já havia prometido indicar o país a seu par brasileiro, Jair Bolsonaro, no primeiro semestre de 2019. As ações dos EUA, porém, não davam sinal de cumprimento da promessa para além das palavras — nas recomendações oficiais foram apresentados os nomes de Argentina e Romênia. Ontem, mudou. O Departamento de Estado afirmou que gostaria de substituir a Argentina pelo Brasil. Washington ainda não se comprometeu com um cronograma para o início do processo de admissão. Há um debate entre EUA e União Europeia — os europeus desejam acelerar a expansão da OCDE, permitindo a entrada de um país de fora da UE e outro de dentro por vez. Por isso, agora, Brasil e Romênia. Os americanos querem que o crescimento seja mais lento. Ainda não há data para início do processo, que ao todo deve durar três anos. (Estadão)

A OCDE, que nasceu para reerguimento da Europa no pós-Segunda Guerra na gestão do Plano Marshall, é composta hoje por 36 países que, em comum, se comprometem com princípios de democracia representativa e economia de mercado. Formalmente é um grupo colaborativo que sistematiza e recomenda soluções para problemas comuns. É também conhecido como grupo dos países ricos, e os membros devem cumprir uma série de requisitos para garantir sua entrada e permanência. Não pode haver abalos na democracia e as finanças precisam ser mantidas em ordem. (Wikipédia)

Dentre as exigências... Desenvolvimento de ambiente propício a uma economia de mercado, transparência no sistema fiscal e financeiro, comprometimento com regras internacionais de combate à corrupção e com os princípios estabelecidos de governança. Ao todo, são 249 ‘instrumentos legais’ necessários, e o Brasil cumpriu pelo menos 30% deles. A presença de instrumentos como o antigo Coaf, que disparem alertas sobre membros do governo ou seus familiares que parecem estar operando volumes de dinheiro incompatíveis com a renda está na lista. (Globo)

Outra na ferradura... Os EUA também elevaram o alerta de segurança para turistas que pretendem viajar ao Brasil. Devido ao aumento de crimes, visitas à favelas, cidades-satélites de Brasília e áreas fronteiriças receberam o nível 4, de que não é aconselhável conhecer. O Brasil, como um todo, tem um alerta de segurança de nível 2, em que é preciso cautela na visão dos americanos. (Globo)

Fonte: Meio

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