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Filho de Lula é alvo de nova fase da Lava Jato


Anunciada ontem, a nova fase da Operação Lava Jato pretende investigar R$ 132 milhões que teriam sido repassados entre 2004 e 2016 pela Oi/Telemar para o Gamecorp/Gol, grupo controlado pelo filho do ex-presidente Lula, o Lulinha. A Oi teria contratado a empresa por preços acima dos valores de mercado e sem realizar cotação com outros fornecedores. O grupo não só não tinha mão de obra suficiente para realizar os serviços, como muitos sequer foram entregues. Os valores pagos pela operadora de telecomunicações teriam funcionado para uma troca de favores. A companhia fosse beneficiada pelo governo Lula, como mudanças legislativas que permitiram a aquisição da Brasil Telecom. A Vivo também é investigada pelo pagamento de R$ 40 milhões para as empresas do Lulinha. Parte desses recursos teriam sido utilizados na compra do sítio de Atibaia. Dois sócios de Lulinha são apontados como proprietários de terrenos. O ex-presidente foi condenado a mais de 17 anos de prisão, em segunda instância, por lavagem de dinheiro e corrupção envolvendo o imóvel. (Globo)

Para o ex-diretor comercial da GameCorp, Marco Aurélio Vitale, as empresas tinham contratos sem lógica comercial e funcionavam como fachada. “Nunca ficou claro quanto e pelo quê a Oi pagava.” (Folha)

A Polícia Federal chegou a pedir, em 2018, a prisão temporária de Lulinha e dois sócios. O pedido foi negado pelo Ministério Público e a juíza Gabriela Hardt, da 13ª Vara de Curitiba, concordou com os procuradores. Ela autorizou, porém, uma busca e apreensão. (Crusoé)

Lula respondeu tuitando: “O espetáculo produzido pela Força Tarefa da Lava Jato é mais uma demonstração da pirotecnia de procuradores viciados em holofotes que, sem responsabilidade, recorrem a malabarismos no esforço de me atingir, perseguindo, ilegalmente, meus filhos e minha família.” (Twitter)

Desde 2016, quatro filhos do Lula já foram alvos da Lava Jato. Mas, até agora, apenas um deles, Luis Claudio, virou réu por negociações irregulares no contrato de compra de caças suecos e em medida provisória que estendeu incentivos fiscais para montadoras. (Globo)

Fonte: Meio

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