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Cabral delata ministros do STJ, do TCU e procuradores do MP-RJ


Está nas mãos do ministro Edson Fachin, no Supremo, uma delação premiada do ex-governador do Rio, Sérgio Cabral Filho. Pelo acordo, assinado com a Polícia Federal, Cabral se compromete a devolver R$ 380 milhões que recebeu em propina nos últimos anos. O que não há pista, por enquanto, é de que benefícios ele poderia receber. Depende de Fachin homologar a tratativa. O Procurador-Geral da República, Augusto Aras, se manifestou contrário. Ele argumenta que Cabral é líder da organização criminosa montada no governo e, por isso, não poderia colaborar. Não deve ser beneficiado. A decisão será de Fachin. (Globo)

Será de Fachin por um único motivo: entre os delatados por Cabral estão três ministros do Superior Tribunal de Justiça, que têm foro privilegiado junto ao STF. De acordo com Bela Megale, fazem parte da lista ainda membros do Tribunal de Contas da União, ex-chefes do Ministério Público do Rio e desembargadores do estado. Segundo a PF, a documentação é farta, mas abre caminho para investigações sem necessariamente provar as acusações. (Globo)

Pois é... Os R$ 380 milhões, lembra Guilherme Amado, não são mais de Cabral. Já estão com a Lava Jato fluminense, após inúmeras apreensões. O ex-governador simplesmente admitiria a origem do dinheiro. (Época)

Fonte: Meio

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