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Nova lei para eleições prevê mais dinheiro e facilita caixa dois


A Câmara dos Deputados aprovou, ontem à noite, o projeto de lei que altera regras para partidos e eleições. É a segunda vez que o texto passa pela Casa. O Senado havia retirado os dispositivos que facilitavam o caixa dois e dificultavam a fiscalização das contas eleitorais pelo TSE. Ficou, porém, o fundo eleitoral sem valor pré-definido. Ontem, os deputados trouxeram de volta os dois pontos que facilitam caixa dois — um é a anistia a multas por desaprovação de contas e, o outro, a autorização de que o pagamento de advogados durante o pleito não precise ser contabilizado como gastos de campanha. São dinheiros que não precisarão ser explicados. (G1)

Os deputados não gostaram da ação do Senado, que deixou para eles o desgaste com a mudança na lei, conta Tales Faria. Pelos corredores, senadores foram chamados de traidores, de covardes, de populistas. (UOL)

Mas o desacordo entre as duas Casas é ilusão. Miguel Caballero sugere que os presidentes Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre estão dividindo os desgastes. A Câmara assumiu o ônus da reforma que diminui transparência contábil em eleições. Mas foi o Senado que flexibilizou o tamanho do fundo partidário. (Globo)

Pois é... Josias de Souza sugere que os deputados simplesmente levantaram a bola para Bolsonaro cortar. Desgastado na frente de combate à corrupção, o presidente pode ainda vetar o que o Congresso acaba de aprovar. (UOL)

Fonte: Meio

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