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Dodge limita espaços de seu sucessor na PGR


A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, nomeou ontem quatro procuradores para que atuem na Procuradoria Regional Eleitoral do DF. Ela já havia destacado nomes similares para outros estados. Está ocupando cargos de chefia no MPF, o que em teoria seria feito pelo próximo procurador-geral. Que, a duas semanas do fim de seu mandato, ainda não foi designado pelo presidente da República. A iniciativa tira espaço do novo PGR, que não conseguirá indicar seus lugares-tenentes, e limitará sua capacidade de agir. Ao mesmo passo, ex-procuradores-gerais são críticos da intenção de Bolsonaro de manter um interino no cargo. “A Constituição manda que o presidente escolha o nome”, afirmou Aristides Junqueira. “Quando não faz isso, trata-se de omissão, e isso é crime de responsabilidade.” (Globo)

Pois é... Em entrevista a Kennedy Alencar, ontem, o ministro Gilmar Mendes fez observações similares. “Pode afetar a imparcialidade e a independência do órgão”, disse se referindo à Procuradoria-Geral. “O presidente poderia até mesmo dizer que vai testar o substituto e deixa-lo interinamente, o que, obviamente, não consulta o modelo constitucional desenhado.” Inconstitucional. (CBN)

Aliás... Segundo Igor Gadelha e Caio Junqueira, Dodge ainda está no páreo e pode ser reconduzida por Bolsonaro. (Crusoé)

Por: Meio

Um comentário:

  1. Canalhas anti patriotas vivem a sabotar o governo diuturnamente. Comunista bom é comunista morto.

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