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Manifestantes defendem Lava Jato em dia de mais vazamentos

Foi um domingo tumultuado entre vazamentos relacionados à Lava Jato e atos em defesa da operação, que ocorreram em 88 cidades nos 26 estados mais Distrito Federal.


Além de defenderem a operação, os manifestantes que foram às ruas ontem levantavam também as bandeiras do pacote anticrime e da reforma da Previdência. Em tamanho foram semelhantes aos protestos também governistas em 26 de maio. A diferença é que grupos como o MBL, desta vez, foram às ruas. E, aqui e ali, foram chamados à briga. Na Avenida Paulista, ocuparam quatro quarteirõescom maior concentração em frente ao MASP e ao prédio da Fiesp. No Rio, outros quatro quarteirões da Avenida Atlântica, em uns pontos de maior concentração e, outros, de gente espalhada. (G1)

Enquanto isso, a Folha publicava como reportagem principal os diálogos entre procuradores da Lava Jato no período em que negociavam a delação premiada de Léo Pinheiro, da construtora OAS. “Sobre o Lula eles não queriam trazer nem o apt Guarujá”, se queixou um deles. Àquela altura, o Ministério Público tinha indícios de que o ex-presidente recebera triplex e sítio de Atibaia como parte dos acertos envolvendo PT e Petrobras e queria o assunto presente. “A primeira notícia de versão do LP sobre o sítio já é bem contrária ao que apuramos aqui”, observou outro. “Estamos abertos a ouvir a proposta da empresa, mas não nos comprometemos com nada.” Frustrado com o rumo da negociação, um integrante da força-tarefa disse considerar o esforço de negociação inútil. “Tem que prender Léo Pinheiro. Eles falam pouco, me parece que não está valendo a pena.” (Folha)

No STF há medo de que revelações dos bastidores das delações façam com que alguns colaboradores digam à Justiça que foram obrigados a assumir crimes que não cometeram. (Folha)

Por: Meio

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