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Investigação de Zero Um para e STF está dividido sobre Coaf


Um levantamento de votos passados no Supremo mostra uma Corte dividida a respeito da relação entre Coaf e Ministério Público. Na terça, o presidente José Antonio Dias Toffoli decidiu, monocraticamente, que o órgão só pode passar informação a procuradores com autorização judicial. Até então, informava sempre que detectava indícios de lavagem de dinheiro. Em 2017, os ministros Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux rejeitaram a ideia de exigir do Coaf autorização. Mas, antes, Marco Aurélio, Gilmar Mendes e Celso de Mello já haviam se posicionado de forma crítica. Ao todo, há onze ministros no STF. (Globo)

No caso de Flávio Bolsonaro, o filho Zero Um, houve seis informes do Coaf antes de um juiz autorizar quebras de sigilos bancário e fiscal. Foi por conta destes informes que a investigação começou. E a decisão de Toffoli paralisou por completo esta mesma investigação a respeito da movimentação fora de padrões de Flávio e seu assessor, Fabrício Queiroz. (Folha)

Por: Meio

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