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E a reforma da Previdência ficou para agosto


A Previdência ficou para agosto. No início da semana passada, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, estava otimista quanto à passagem da reforma neste semestre. A expressiva vantagem na aprovação do texto-base em primeiro turno, por 379 votos a 131, reforçou a convicção. Mas a desarticulação da base governista no momento da análise dos destaques atrasou o processo. Ao final, quatro mudanças foram aprovadas, incluindo aquela pela qual o presidente Jair Bolsonaro pressionou, aumentando vantagens para policiais. A votação em segundo turno, porém, ficou para o mês que vem. No dia 1º, os deputados voltam ao trabalho após o recesso parlamentar. (G1)

O caminho seguinte da emenda constitucional é seguir para o Senado, onde também deverá ser votada em dois turnos. Lá, deve crescer a pressão para que os estados sejam incluídos na reforma. Se não for, os governadores terão dificuldades de aprovar suas reformas para o funcionalismo público local nas assembleias legislativas. Governadores já se articulam para pressionar os senadores. (Globo)

Pois é... Com a principal pauta do ano já encaminhada, o ministro da Economia Paulo Guedes planeja acelerar o processo de privatizações. Segundo levantamento do jornalista José Fucs, a venda de estatais e leilões do pré-sal podem render, neste governo, até R$ 450 bilhões — embora, no ministério, fale-se em R$ 1 trilhão. A conta de Fucs inclui a venda de participações do BNDES em Petrobras, Vale, Eletrobras e JBS, ações da BR Distribuidora, oito refinarias, estradas de ferro. Em alguns casos, como o da venda dos Correios, a desestatização precisa ser aprovada pelo Congresso e conta com opositores fortes. (Estadão)

Por: Meio

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