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Senado derruba decreto das armas de Bolsonaro


Só PSL e PSC votaram com o presidente Jair Bolsonaro. Os outros partidos se dividiram ou foram maciçamente contra e, assim, o decreto que facilitaria posse e porte de armas pela população foi derrubado. Esperava-se uma votação apertada, mas a derrota do governo foi acachapante: 47 votos a 28. Bolsonaro chegou a pedir pelas redes que seus seguidores pressionassem os parlamentares — mas não deu. (Poder 360)

Pelo que ouviu Tales Faria, declarações do próprio Bolsonaro convenceram os senadores a derrubar o projeto das armas. No sábado, o presidente defendeu o armamento do povo para resistência popular a governantes que tentassem um golpe. Seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro, foi ainda mais específico. “Que se voltar um regime como o do governo Lula, a gente não fique sob os demandos de um regime autoritário.” A mensagem que os parlamentares ouviram foi exatamente o oposto. “Bolsonaro quer organizar sua ‘guarda bolivariana’ de direita”, comentou o senador Randolfe Rodrigues. Outro senador, o sergipano Alessandro Vieira, que é delegado, seguiu pelo mesmo caminho. “Armar a população sob pretexto de defender a democracia lembra demais Hugo Chávez.” (UOL)

Por: Meio

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