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Previdência nos estados e municípios racha Câmara


Na reta final antes de a reforma da Previdência chegar ao plenário da Câmara, um impasse sério divide os deputados: a inclusão ou não de servidores estaduais e municipais nas novas regras. Entre governadores, não há qualquer polêmica. 21 dos 27, ouvidos pelo Jornal Nacional, desejam a inclusão. Não à toa. Segundo um estudo do Instituto Fiscal Independente, os estados gastavam em 2006 R$ 45 bilhões com previdência. Em 2017, o valor chegara a R$ 153 bilhões. E tende a aumentar. É com este tema que o relator da reforma na Comissão Especial, Samuel Moreira, tem gasto boa parte de seu tempo, costurando apoios de reunião em reunião com as bancadas. “A Câmara está bem dividida”, afirmou, “mas vamos conversando, ainda tem bastante tempo.” Muitos deputados não querem arcar com o desgaste de votar sim por uma reforma que será muito impopular com o funcionalismo público local. (G1)

Moreira havia se comprometido a entregar seu parecer entre hoje e segunda-feira. Os governadores se mobilizam para que ele faça a entrega na terça, quando estarão em Brasília para discutir o tema. Com uma demonstração de apoio em bloco pelos Executivos estaduais, compartilhando o desgaste, talvez fique mais fácil convencer. Foi o que aconteceu na bancada do MDB com a presença dos governadores do Pará, Helder Barbalho, e de Alagoas, Renan Filho. Votos foram virados. (Estadão)

Uma das alternativas é de que cada estado e município decida, posteriormente, se entra ou não na reforma. Para evitar este risco, conta o Painel, o presidente da Frente Nacional de Prefeitos, Jonas Donizette, tem outra ideia. Que a adesão ocorra por decreto, se o Congresso não a aprovar. (Folha)

Por: Meio

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