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Briga com Carlos Bolsonaro derruba general Santos Cruz


O general Carlos Alberto dos Santos Cruz foi demitido ontem pelo presidente Jair Bolsonaro. Não houve tentativa de suavizar o ato. Tanto na nota do presidente quanto na carta escrita pelo agora ex-ministro chefe da Secretaria de Governo fica claro que a decisão foi do presidente. A maior pressão veio do núcleo familiar de Bolsonaro. Subordinado ao ex-ministro, porém ligado a Carlos Bolsonaro e Olavo de Carvalho, o secretário de Comunicação Social Fábio Wajngarten se queixava da rigidez com que Santos Cruz tratava a gestão dos contratos, conta Gerson Camarotti. É, lembra Cristiana Lôbo, o segundo ministro demitido após confronto com Carlos. (G1)

Do ex-ministro Gustavo Bebianno, segundo Lauro Jardim: “Quando o presidente Carlos Bolsonaro toma uma decisão, não há volta.” (Globo)

Vera Magalhães: “A queda do general Santos Cruz fortalece a ala ideológica, ou anti-establishment, como gosta de se denominar. No início de maio, esse grupo fez uma investida aberta para derrubar o ministro, capitaneada pelo ideólogo da Virgínia, mas foi derrotada pela defesa também enfática de Santos Cruz feita pelos demais militares com postos-chaves no governo. Mas a fritura do ministro foi mantida em banho-maria, longe dos holofotes da imprensa e das redes sociais, e alimentada a partir de dentro do Palácio do Planalto, onde pontificam alguns dos líderes da ala anti-establishment.” (BR18)

Para evitar atritos com os militares, Bolsonaro nomeou outro general para o cargo. É Luiz Eduardo Ramos, comandante militar do Sudeste. Carioca, Ramos liderou a parte militar da missão da ONU no Haiti. (Poder 360)

Por: Meio

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