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Líderes na Câmara desistem de criar ministérios novos


A Câmara votará hoje a Medida Provisória 870, que reestruturou o Executivo no início do governo. Um dos objetivos do Centrão, o de reinstituir os ministérios da Integração Nacional e das Cidades, caiu. Os deputados queriam botar mais cargos comissionados e de confiança na mesa para negociar, voltaram atrás ao perceber o desgaste. A Funai deixa as mãos de Damares Alves e retorna à Justiça. Por sua vez o Coaf possivelmente volta para o ministério da Economia, para frustração de Sérgio Moro que vê nele uma perna importante para o combate à corrupção. Os deputados ainda contrabandearam um parágrafo que proíbe que auditores da Receita Federal comuniquem a investigadores sobre crimes financeiros que encontrem. Querem, abertamente, dificultar o trabalho dos procuradores. Haverá briga em plenário. Mas a aprovação da MP diminui a pressão por manifestação governista no domingo. (Congresso em Foco)

A reunião de líderes na qual se decidiu apressar a votação como resposta ao Executivo, retirando-se do texto justamente o ponto que mais havia atraído críticas, só piorou a relação. “Vítor Hugo”, disse Rodrigo Maia, presidente da Câmara, em relação ao líder do governo na Casa, “está excluído da minha relação porque compartilhou no grupo de deputados que negociar é entrar na Câmara com um saco de dinheiro.” O rompimento era antigo e evidente. Maia só decidiu, ontem, deixa-lo claro. (Época)

Os deputados votaram também, e aprovaram, a MP 863, que permite até 100% de capital estrangeiro nas empresas aéreas. Até agora era 20% no máximo. Mas voltaram a reinstituir a obrigatoriedade de uma bagagem de até 23kg gratuita nos voos nacionais. Pode atrapalhar a entrada de companhias aéreas de baixo preço no mercado nacional. (Poder 360)

Por: Meio

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