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Investigação de filho 01 pode ir além do esquema Queiroz


Flávio Bolsonaro e seu ex-chefe de gabinete, Fabrício Queiroz, estão sendo formalmente investigados pelo Ministério Público do estado do Rio. Ambos são suspeitos de comandar um esquema de rachadinha, que impunha aos demais funcionários do gabinete na Assembleia do Rio o pagamento de um percentual de seus salários para o então deputado estadual. Queiroz fazia a gerência do dinheiro. O MP pediu, e a Justiça concedeu, a quebra do sigilo bancário e fiscal de ambos no período de onze anos que vai de 2007 a 2018. Outras 88 pessoas, que trabalharam com o filho zero um ou são parentes de pessoas próximas a estes, também tiveram seus sigilos quebrados. (Globo)

O senador foi ao Twitter se defender. “Meu sigilo já havia sido quebrado ilegalmente pelo MP, sem autorização judicial”, afirma, se referindo à parceria entre Coaf e procuradores. “Somente agora, quase um ano e meio depois, tentam uma manobra para esquentar informações ilícitas. Não conseguirão me usar para atingir o governo de Jair Bolsonaro.”

A abrangência do período de sigilo quebrado chamou atenção, informa o Painel. Os dados podem levar a novas investigações. Por enquanto, não se sabe onde está Queiroz, que servia de elo entre o gabinete e parentes de milicianos. (Folha)

Por: Meio

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