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Cortes do MEC atingem ensino básico


Apontada como prioridade por Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral, a educação básica também foi alvo de cortes no contingenciamento de verbas do MEC. Pela Constituição, esse nível de ensino é responsabilidade dos municípios, mas depende de verbas federais. O programa de apoio à manutenção e reforma de escolas, por exemplo, perdeu 30% de seu orçamento. Iniciativas de apoio a creches e à alfabetização de adultos sofreram cortes de 15% e 20%, respectivamente. (Globo)

Alunos de colégios federais do Rio e seus pais protestaram ontem contra o corte de 36% no orçamento do Colégio Pedro II, que oferece ensino fundamental e médio. O ato aconteceu na porta do Colégio Militar onde Bolsonaro participava da festa pelos 130 anos da instituição. A hashtag do ato, #EuDefendooCPII, ficou horas entre os trending topics do Twitter. Houve protesto também em Salvador, nesse caso contra o bloqueio de R$ 37 milhões da UFBA. Ligados ao Ministério da Defesa, não ao MEC, os colégios militares não sofrerãocortes. (Estadão)

A oposição assiste animada aos primeiros protestos de estudantes, mas prefere, por enquanto, ficar fora desses atos. Segundo o Painel, os políticos avaliam que há espaço para que essas manifestações se ampliem, causando problemas para o governo. (Folha)

Hoje o ministro Abraham Weintraub fala na Comissão de Educação do Senado.

O corte na educação repercutiu no exterior. Mais de mil acadêmicos de universidades como Harvard, Sorbonne, Yale e Oxford, além de instituições brasileiras, assinaram um manifesto protestando contra a anunciada de redução de verbas para cursos de Ciências Humanas. (Globo)

Por: Meio

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