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Nova derrota na previdência revela inimigos do governo


Atrasou de novo. O presidente da Comissão de Constituição e Justiça não conseguiu aprovar o parecer da reforma da Previdência — ficou para a semana que vem. A manobra é do Centrão, que pede para mudar ainda na CCJ o texto para extirpar alguns itens. Um é o de tirar o máximo possível das regras da Constituição, permitindo que sejam modificadas no futuro sem a necessidade de um processo tão tortuoso. O grupo quer tirar da PEC este ponto. (G1)

Thomas Traumann: “Dê uma olhada nos pontos que PP, PR e PRB querem retirar: Fim do pagamento da multa de 40% do FGTS na rescisão de aposentados que continuem trabalhando; Concentração de ações judiciais sobre a Previdência em Brasília; Exclusividade do Poder Executivo de propor alterações na reforma da Previdência; Sem entrar no mérito, são mudanças que não alteram o valor potencial de economia da reforma. É sofisticado. O Centrão está derrotando o Planalto mas preservando Paulo Guedes e a Reforma de R$ 1,1 tri.”

Aliás... Segundo o Radar, o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo, vem costurando com o PT acordos para preservar privilégios de corporações. (Veja)

Então... O governo pôs na conta de Vitor Hugo este atraso. Diz o Painel que a equipe econômica avalizou as mudanças pedidas pois percebeu que ia perder. Foram obrigados a ceder. (Folha)

O novo atraso faz parte de um pacote de lições que os governistas vêm aprendendo. Jogando para as redes sociais, deputados do PSL vinham ocupando o máximo de tempo na CCJ em discursos e debates. Só que esta é a tática típica da oposição — que precisa, mesmo, causar desgaste e adiar ao máximo votações, quando está em minoria. O que funciona para as redes não funciona no mundo real. Só esta semana a base do governo mudou suas práticas. (Folha)

Por: Meio

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