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Governo começa, enfim, a articular com Congresso


Governo e Câmara abriram a primeira semana após o Carnaval mergulhando na discussão sobre a reforma da Previdência. De cara, o Planalto se reorganizou. Despachou para a Antártica o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lonrenzoni, desafeto do presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Escanteou também o líder do governo, Major Vitor Hugo, ao mesmo passo em que pôs a deputada Joyce Hasselmann no comando da articulação. De quebra, ainda liberou R$ 1 bilhão em emendas para que os deputados possam fazer suas exigências. (Folha)

Dinheiro só não vai bastar — a velha política corre a toda. A bancada evangélica ensaia um protesto e afirma que o presidente está se afastando dos valores que o elegeram. Alguns dos deputados citaram como exemplo a crise no MEC com o afastamento dos alunos do escritor Olavo de Carvalho. Se queixam de intolerância religiosa. Segundo o Painel, a queixa tem foco específico: reclamam de exonerações dos seus e querem apontar gente para novos cargos. (Folha)

Hasselmann diz já ter estratégia para lidar. “Há um consenso de que todos os espaços têm que ser ocupados por pessoas qualificadas tecnicamente, e que o problema não é a indicação, é a corrupção”, afirmou, abrindo o flanco. (Folha)

Sobre Onyx, o comentário que circula no Congresso: “Entrou em uma fria.” (Veja)

Por: Meio

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