BFS19

Anuncie

Anuncie

21 políticos na lista da OAS


A empreiteira OAS, por meio um departamento clandestino em sua estrutura, pagou cerca de R$ 125 milhões na forma de propina ou como caixa dois de campanha a 21 políticos de oito partidos entre 2010 e 2014. A revelação foi feita por funcionários desse setor secreto, chamado Controladoria de Projetos Estruturados, em delação premiada homologada pelo STF. Entre os acusados de receber propina estão o senador Jaques Wagner (PT-BA), o ex-governador mineiro Fernando Pimentel (PT-MG), o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ) e o ministro do TCU Vital do Rego. Já na lista dos que teriam recebido dinheiro irregular para campanha aparecem o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o senador José Serra (PSDB-SP), o hoje deputado Aécio Neves (PSDB-MG), o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB), o ex-prefeito carioca Eduardo Paes (MDB) e o ex-senador Lindbergh Faria (PT-RJ). A amplitude do esquema da OAS pode dar força à aprovação do pacote anticrime do ministro Sérgio Moro. (Globo)

Em tempo, levantamento do G1 mostra que 10% dos atuais deputados federais são réus em algum processo criminal.

Citado no esquema da OAS, Sérgio Cabral segue entregando ao MP sua rede de propinas. Ele confessou ter combinado com cúmplicesversões a serem apresentadas à Justiça, afirmou que o esquema já existia em governos anteriores e ainda admitiu desleixo com a contabilidade da propina.

A insinuação de Cabral sobre o envolvimento da Arquidiocese do Rio em desvios de contratos de organizações sociais traz de volta a lembrança de casos de falcatruas na igreja fluminense. Até hoje, ninguém foi punido. (Época)

Época traz em sua edição impressa, no momento disponível somente via app, denúncias que ligariam a Igreja Católica à Lava-Jato.

E a Justiça de São Paulo encerrou processo contra o ex-prefeito Fernando Haddad no qual ele era acusado de corrupção e lavagem de dinheiro. O próprio MP reconheceu que a acusação falhou na descrição do crime e não tinha elementos que justificassem o processo. (Estadão)

Por: Meio

Nenhum comentário

Tecnologia do Blogger.