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Um homem, 59 assassinatos, 10 minutos



A última conta antes do fechamento desta edição, às 7h, punha em 59 o número de mortos no concerto ocorrido ao lado do Mandalay Bay Resort and Casino, de Las Vegas. Há também 527 feridos em estados distintos de gravidade. É o pior massacre das últimas décadas, nos EUA. (New York Times)

O assassino é Stephen Paddock, 64 anos, um contador aposentado que estava hospedado no hotel, atirou da janela de seu quarto, e foi encontrado morto. Ele tinha 17 armas consigo, de revólveres a rifles com mira telescópica, incluindo pelo menos uma AR-15, além de centenas de balas. Usou várias durante o ataque. Os policiais também encontraram com Paddock nitrato de amônio, um fertilizante fácil de converter em explosivo. Assim como descobriram em sua casa, na cidade de Mesquite, Nevada, outras 18 armas, milhares de balas, e mais explosivos. Paddock não tinha antecedentes criminais ou histórico militar. (New York Times)

Eric Paddock, seu irmão, deu inúmeras entrevistas ao longo do dia. Em choque. “Ele era um cara normal”, disse. Não conhecia interesses políticos particulares, sem histórico de doença mental. Conversava com a mãe, de 90 anos, por telefone. “De onde vieram essas armas todas?”, perguntou.

Como de praxe, o ISIS declarou que Paddock era um seu soldado. Que se converteu ao Islã meses antes. Ainda não foi encontrado qualquer sinal de que isto possa ser verdade.

Donald Trump demorou a falar e, quando veio às câmeras no final da manhã, fez um discurso curto, lendo no teleprompter, sem o improviso habitual. “Um ato de pura maldade.”

Título pescado do jornal satírico The Onion: ‘Não há como prevenir estes ataques’, afirma única nação do mundo onde eles ocorrem.

Fonte: Meio

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