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Congresso parte para ‘Bolsa Eleição’



O ideal para o Planalto seria que Câmara e Senado se debruçassem sobre a reforma da Previdência. Não vai acontecer. O Congresso quer se dedicar à reforma Política. Se não for aprovada nos próximos 60 dias, não vale para a eleição de 2018. E os Parlamentares, no ambiente pós-Lava Jato, temem ficar sem dinheiro para campanha. Querem financiamento público na casa de R$ 3,5 bilhões. Devem aprovar, também, o fim das coligações entre partidos, uma cláusula de barreira para dificultar a criação de novas siglas, além de diminuir o período em que políticos podem mudar de legenda sem o risco de perder o mandato. Eles querem, também, implementar o distritão, que impõe voto direto para eleição de deputados. Assim como acontece com candidatos ao Executivo e ao Senado, serão eleitos os que tiverem mais votos, sem o complexo cálculo da proporcionalidade. (Estadão)

Aliás... Josias de Souza apelida a reforma de Bolsa Eleição.

Enquanto isso... O CNPq está prestes a cortar 100 mil bolsas de cientistas. (Globo)

Fonte: Meio

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